terça-feira, 8 de maio de 2012

Viva o Pingo Doce

O que o Pingo Doce acabou por fazer, ao dar um desconto de 50%, foi como-que devolver aos portugueses aquilo que o Estado lhes tinha tirado no subsídio de férias e de Natal.
Mas, o Pingo Doce, fazer isso, nem me admira - trata-se de uma política comercial, ou mesmo de solidariedade social - nem interessa -, cujos efeitos positivos ou negativos são sofridos pelo Pingo Doce. Eu agradeço - e, em co-solidariedade, vou passar a ir mais vezes ao Pingo Doce.
O que me admirou - e, de facto, nem tal deveria ter acontecido - foi como a elite portuguesa, elite política e cultural, se manifestou. O que se passará neste País se as pessoas e instituições civis passam a ter iniciativas fora do Estado, inclusive das instituições PPP's - como são os sindicatos e outras do género (IPSS, etc,, até a Igreja subsidiada pelo Estado)? Será um horror! É uma revolução - como nem o 25 de Abril foi! Foi assim que a elite se manifestou.
Afinal, nada de admirável. Não foi por acaso que foi esta elite que destruiu o País. E, não é por acaso que nem consegue pedir desculpa aos portugueses pelo que lhe fizeram.
Sejamos francos, o País continua governado por Fascistas - de esquerda ou de direita, tanto faz. O Estado é o seu trono; não: há sociedade civil. Enfie-se-lhe a ASEA - a nova polícia política - em cima.

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